Resenha: Waterloo Um Filme inspirado na vida de Napoelão Bonaparte

Título: Waterloo Um Filme inspirado na vida de Napoelão Bonaparte
Autor: Cássio Starling Carlos / Coleção Grandes Biografias no Cinema Folha de São Paulo
Gênero: Biografia
Literatura: Francesa
Ano: 2016
Páginas: 44
Editora: Folha de São Paulo
ISBN: 978.858.193.359-7

Avaliação CL: ⭐️⭐️⭐️⭐️

A cada semana a Folha de São Paulo lançará um novo exemplar da Coleção Grandes Biografias no Cinema, Waterloo um filme inspirado na vida de Napoleão Bonaparte, foi o primeiro, desde 07/08 nas bancas de jornais. E cada livro possui um dvd correspondente.

Resenha: Napoleão Bonaparte foi comandante militar e imperador francês. Nasceu em Ajaccio, Córsega (uma cidade antes considerada Italiana), em 15 de agosto de 1769, e faleceu aos 51 anos com um câncer no estômago, em 5 de maio de 1821.

Mesmo antes de morrer, Napoleão já era considerado uma lenda. E após suas conquista pela Europa, foi considerado um tremendo mito.

Ele se auto exaltava, construiu uma imagem de grandeza por seus feitos e personalidades.
Bonaparte teve como maior inimigo, a Inglaterra, país que criou a caricatura, e tentava diminuir e denegrir a imagem do mito.

Ainda menino, ingressa em uma escola real do norte da França, o que para Napoleão fora um drama, pois ele não se considerava francês, pois não se sente a vontade com a maioria dos alunos serem da alta nobreza.

Ele ainda tem que enfrentar a zoação por ter um nome “la paille au nez”, que significa “palha de nariz”.

Com 15 anos ele entra para a Academia Militar de Paris, onde destaca-se em matemática. Já com 23 anos, a Revolução Francesa eclode em 1789, e Bonaparte é o oficial do rei Luís 16.

“Em nosso tempo, ninguém tem a menor noção do que seja a grandeza. Cabe a mim dar o exemplo”
               Napoleão Bonaparte

Após inúmeras batalhas e combates, Napoleão torna-se general, destacando-se capaz de recuperar a instabilidade política e a ordem social.

Mais tarde, em 1789, é inserida bonapartista, do agora chefe do Estado e do Exército. Ele reforma toda a administração da França, a segurança e favorece o desenvolvimento econômico, além de mudanças em leis.

Um fato revolucionário é a criação do sistema de medidAs, metro e decimal. Assim como a criação do litro e quilograma, a revolução para o comércio.

Apesar de governar o Estado, Napoleão ainda quer mais. Modifica junto a Constituição, o direito de pode usar coroa, sem com isso ter que restaurar a monarquia.

Em 1805, torna-se imperador da catedral de Notre Dame.
Napoleão é ambicioso, e ainda com mágoas, redesenha a cartografia europeia, e constrói um “sistema continental”, proibindo o comércio com a Inglaterra. Mas então, surge o contrabando daqueles que não aceitam a decisão do governo.

Assina um tratado de paz com o tsar russo Alexandre 1º, para juntos, formarem uma aliança antibritânica. Porém, ambas ações não obtêm os resultados esperados. E em 1812 os russos desfazem o trato, e retomam o comércio com a Inglaterra.

Já em 1812, Napoleão invade a Rússia, com a certeza de que vencerá o traiçoeiro governo. A Rússia nã quer conflitos, porém destrói tudo aqui que lara Bonaparte, parecia valioso.

Quando voltam para Moscou, o exército do mito encontra a cidade destruída e em chamas. Em pleno inverno, Bonaparte espera em vão que o tsar aceite a paz. Com fome e frio, dos 670 mil soldados, somente 20 mil cruzam a fronteira com a Rússia, e mesmo assim, abandonados por Bonaparte, que foge para Paris com medo de um quase certo golpe.

Aos poucos Napoleão e seu exército caem um a um, e vão perdendo os aliados, até que invadem a França. Em 1814, Paris é ocupada, e Luís 18, neto de Luís 16 assume o trono.

Bonaparte então, é exilado na ilha de Elba, e lá torna-se também imperador. Firma um tratado com a França para a restauração das fronteiras.

No fim de 1814, ele foge de Elba, e chega a França, onde é recebido ovacionado. Parte para Paris, e seus aliados decretam guerra.

Os ingleses e prussianos, posicionam-se estrategicamente na Bélgica. E Napoleão opta por atacar, e durante dois dias na cidade de Warteloo, o exército francês acaba por vencendo. Porém sem vigiar as fronteiras, o inimigo volta, e alia-se com o exército inglês.

A aventura dura cem dias, e este é o tempo em que marca o retorno de Bonaparte ao marco da história.

Um pouco depois Napoleão é levado exilado para a ilha de Santa Helena, e lá vive por seis anos, até a sua morte.

Napoleão foi um nome que deu para o seu povo o significado de grandeza, e é até os dias de hoje, considerado um mito por seus feitos.

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