5 Clássicos para presentear um booklover neste Natal!

Não é dúvida para ninguém que qualquer amante de livros sempre irá escolher os queridos “bebês” de presente, seja qual for a data comemorativa, não é mesmo?! Ainda mais quando o livro é um clássico mundial e tem uma edição maravilhosa.

Pensando nisso, aqui está uma listinha de livros para mandar para o namorado, mãe, familiar, aquele que te tirou no amigo secreto, ou qualquer outra pessoa, para te presentear neste Natal:

1. Laranja Mecânica, Anthony Burgess

Publicado originalmente em 1962, este livro não é somente um clássico de ficção de distopia, como também é um marco da cultura pop do século XX. Alex, personagem principal, é membro de uma gangue de adolescentes. Ele é capturado pelo Estado e é submetido a uma terapia de condicionamento social.

  • Edição comemorativa de 50 anos da Aleph, de novembro de 2012, capa dura e sobre capa, 839gr e 352 páginas.

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2. Os Miseráveis, Victor Hugo

Uma das principais obras de Victor Hugo e do mundo, publicada em abril de 1832 é uma denúncia a todas as injustiças existentes na vida humana. Narra a história de algumas pessoas, mas com enfoque em Jean Valjean, um homem que por ter roubado um pedaço de pão, – que nem para ele era, é condenado a prisão. Um livro emocionante, religioso, e ao mesmo tempo político.

  • Edição Martin Claret, de outubro de 2014, capa dura, 2,26kg e 1511 páginas.

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3. Moby Dick, Herman Melville


Conhecido como “A Baleia”, e é considerado um dos maiores romances norte-americanos, o livro traz o relato de um marinheiro letrado, Ishmael, sobre a última viagem de um navio baleeiro de Nantucket, o Pequod, que parte da costa leste dos Estados Unidos – com sua tripulação multiétnica – rumo ao Pacífico Sul, onde encontra o imenso cachalote branco que, no passado, arrancara a perna do vingativo capitão Ahab.

Ao longo de 135 capítulos, Herman Melville explora com brilhantismo e ironia os mais variados gêneros literários: da narrativa de viagens ao teatro shakespeareano, do sermão à poesia popular, passando pela descrição científica e a meditação filosófica.

  • Edição da Cosac & Naify de 1 de abril de 2008, possui capa dura, 717gr e 656 páginas.

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4. Crime e Castigo, Fiódor Dostoiévski

Outro daqueles romances universais que, concebidos no decorrer do romântico século XIX, abriram caminhos ao trágico realismo literário dos tempos modernos. Contando nele a soturna história de um assassino em busca de redenção e ressurreição espiritual, Dostoiévski chegou a explorar, como nenhum outro escritor de sua época, as mais diversas facetas da psicologia humana sujeita a abalos e distorções e, desse modo, criou uma obra de imenso valor artístico, merecidamente cultuada em todas as partes do mundo. O fascinante efeito que produz a leitura de Crime e castigo — angústia, revolta e compaixão renovadas a cada página com um desenlace aliviador — poderia ser comparado à catarse dos monumentais dramas gregos.

  • Edição Martin Claret de 1 de junho de 2013, capa dura, 939gr e 591 páginas.

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5. David Copperfield, Charles Dickens

Publicado em 1850 em forma de folhetins, David Cooperfield é um romance semi-autobiográfico de Charles Dickens, pois muito da vida de David, personagem principal, tem em comum com a vida do próprio autor, porém a ficção tem maior êxito que Dickens.

David Copperfield é um caricato sem sorte, a começar pelo dia em que ele nasceu: sexta-feira à meia-noite, o que não é sinal de boa coisa. Assim, desde o início do romance, David terá um caminho difícil pela frente. Mas, curiosamente, fica também claro desde o início que ele vai passar por isso, porque Davi conta sua própria história em retrospecto. David torna-se um caixa, jornalista e repórter da corte antes de alcançar a fama como escritor de ficção. E entre as mil e tantas páginas, um mundaréu de coisas horríveis acontecendo na vida de Davi, desde seu padrasto canalha à morte prematura da esposa Dora. É um romance de realização, perseverança e sonhos, pois era isso que o próprio Dickens, queria para si mesmo.

Considerado também pelo próprio autor, no prefácio do livro, como um “filho predileto”.  Admirado por grandes nomes como Tolstói, Marx, Joyce, Kafka, Henry James, Nabokov, Orwell, Cortázar, entre muitos outros, Dickens foi fonte de inspiração para muitos autores.

  • Essa edição da Cosac & Naify é de outubro de 2014, possui capa dura e sobre capa, 1kg e 1312 páginas.

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